terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Transtorno de Ansiedade Generalizada

TAG, ou Transtorno de Ansiedade Generalizada, é um distúrbio que causa intenso sofrimento, por levar a pessoa a um estado de preocupação excessiva e permanente, com pensamentos negativos em todas as esferas da vida.

Quem sofre de TAG costuma não considerar nada como leve ou pequeno. Tudo é motivo para preocupação em demasia, seja na família, no trabalho, estudos, finanças ou até mesmo pequenas tarefas do dia a dia.

Controlar a ansiedade e os próprios pensamentos não é fácil, mas é uma habilidade que se pode adquirir.

Veja estas 5 práticas, que podem ajudar:

1. RESPIRE Ao respirar profunda e conscientemente, o corpo relaxa e libera substâncias calmantes, permitindo que os músculos fiquem menos tensos e que os batimentos cardíacos desacelerem, diminuindo consideravelmente a ansiedade.

2. AUTOCONHECIMENTO É fundamental conhecer de onde vem a sua ansiedade e quais são os gatilhos que a ativam. Observe-se e questione a forma como você enxerga as coisas. Mudar algumas crenças e padrões mentais pode ajudar.

3. DURMA BEM Uma rotina de 8 horas de sono por noite é muito benéfica para quem sofre com TAG. Ao dormir, o cérebro reduz o estresse e se reequilibra. A privação do sono pode causar desequilíbrios que potencializam os transtornos ansiosos.

4. FAÇA ATIVIDADES FÍSICAS Exercitar-se estimula a liberação da serotonina, um neurotransmissor regulador do humor, que proporciona prazer e bem-estar. Uma simples caminhada já é um bom começo!

5. FAÇA PSICOTERAPIA A ajuda profissional pode ajudar no reconhecimento dos pensamentos nocivos e na construção de novos padrões, mais lúcidos e mais construtivos.

Conte comigo para ajudar você a se autoconhecer, lidar melhor com a ansiedade e "filtrar" os problemas, sem ignorar aquilo que de fato merece sua atenção, mas também sem acumular preocupações além do necessário. Isso pode fazer grande diferença em seus dias e em sua vida.

Nossos psicólogos

 

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Autoestima

Ter uma boa autoestima é, sem dúvida, uma característica que fortalece qualquer pessoa - e torna mais firmes seus passos ao longo da vida. Por isso, o ideal é aprendermos, desde cedo, a cultivar a autoestima.

Na infância, as crianças se percebem por meio do olhar dos outros: elas são um espelho dos comentários e opiniões daquelas pessoas que as rodeiam. E é na infância que recebemos nossas primeiras validações. É durante esse período que nossas emoções começam a ser reconhecidas como legítimas.

Por isso é tão importante que os adultos em torno da criança calibrem suas exigências e julgamentos, sabendo estabelecer vínculos saudáveis, nutrindo a noção de percepção sobre competência, segurança e autonomia dos pequenos.

Sentir-se merecedor e digno do amor e dos cuidados recebidos aumenta a percepção positiva que temos de nós mesmos. Isso facilita a formação de vínculos afetivos pelo resto de nossas vidas e modela os pensamentos e emoções sobre nós mesmos.

Essa boa autoestima é um pilar de sustentação fundamental, no qual nos apoiaremos pelo resto de nossas vidas. Por isso, durante a infância, qualquer distúrbio dessa autoimagem pode gerar reflexos nocivos, no presente e no futuro.

Como infelizmente nem todos aprenderam a nutrir a autoestima desde cedo, é natural que alguns adultos se sintam bastante inseguros e receosos sobre quem são e sobre seus papéis nas relações e na sociedade. Nesses casos, a psicoterapia é um excelente recurso. Um profissional pode ajudar a nomear as emoções, para que a pessoa aprenda a definir quais delas devem, ou não, ter espaço. Identificar essas fragilidades e aprender a reconhecer as próprias virtudes torna muito mais fácil o desenvolvimento de uma boa autoestima e autoconfiança.

O autoconhecimento é um grande aliado no enfrentamento dessas inseguranças. Estar com a autoestima em dia abre portas para uma vida com maior equilíbrio emocional e mais respeito a quem realmente somos.

Nossos psicólogos

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segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Aprendendo com o Fracasso

Fracassar não é uma experiência agradável, mas uma coisa é certa: fracassar é parte do processo de aprender a triunfar. Cada fracasso pode, e deve, ser encarado como uma oportunidade para refinar nossas experiências e se autoconhecer.

Errar tem muito a ensinar sobre quem somos e sobre como lidamos com os desafios. Mais do que o fracasso representa em si, a forma como o encaramos é que pode fazer grande diferença. Fracassos não devem ser vistos com constrangimento, pois eles costumam fazer parte da história daqueles que tentam, que ousam e que agem. Só fracassa quem se empenha. E todo empenho merece respeito.

Mas, em uma sociedade cada vez mais competitiva e que supervaloriza o sucesso (ou simplesmente a aparência dele), aceitar que nem sempre vamos prosperar - e ainda se dispor a aprender com isso - pode não ser tão simples quanto se imagina.

Encarando de frente aquilo que não deu certo, é possível crescer. É uma oportunidade de reconhecer os seus próprios limites, de analisar mais cuidadosamente as suas escolhas e métodos e até de reconhecer os seus defeitos.

É normal sentir tristeza e decepção diante de algo que não saiu como você gostaria, mas estagnar-se, mantendo os olhos naquilo que não aconteceu, pode aumentar a sensação de impotência e de fragilidade, sem trazer ganho algum.

Quando isso acontece, lidar com o fracasso torna-se um peso realmente difícil de carregar. Se você sentir que esse é o seu caso, procure a ajuda. A terapia pode proporcionar o fortalecimento das emoções, não apenas para superar o fracasso em si, mas para criar novos caminhos e soluções que levem a futuros sucessos.

A estrada para o sucesso não é uma reta. O verdadeiro fracasso é muito mais sobre desistir do que sobre não ter conseguido um resultado pretendido. O fracasso pode ser só uma das curvas do caminho, não necessariamente o seu fim.

 

Nossos Psicólogos

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Felicidade

Você já parou para pensar que a capacidade de sentir felicidade é algo que pode ser desenvolvido, como uma habilidade?

Todo mundo quer ser feliz, é claro. Mas, diante dos desafios da vida, nem sempre é uma tarefa fácil manter a capacidade de sentir emoções positivas (alegria, contentamento e entusiasmo), aliando-as aos sentimentos mais profundos - como o senso de propósito - do que às alegrias passageiras.

Sentir-se feliz, ou não, na verdade é muito mais sobre a forma como você percebe e internaliza os acontecimentos, do que sobre o que realmente acontece à sua volta - com as devidas exceções, é claro.

É preciso fazer o exercício de reconhecer os pensamentos que não nos fazem bem. Círculos viciosos de sofrimento e angústia precisam ser quebrados.

Quando aprendemos a filtrar esses pensamentos e ter um olhar mais otimista e positivo em relação ao presente e às possibilidades futuras, conseguimos nos manter mais felizes - e de forma mais prolongada.

Mesmo que não seja possível alterar a causa de um descontentamento, muitas vezes é possível alterar a forma como você lida com ele. Isso passa, por exemplo, por reconhecer sua temporalidade: a dor de hoje poderá deixar de existir amanhã - por mais difícil que seja acreditar nisso, no momento agudo da dor.

A psicoterapia ajuda a diferenciar as emoções e pensamentos, para que possamos dar mais importância àqueles que nos beneficiam. Essa é uma habilidade que fortalece não só nossa capacidade de procurar, mas também de encontrar a felicidade.

Sentir felicidade não é um estado imutável ou permanente. É na verdade, um exercício diário, que envolve pensamentos e emoções; que requer manter a mente aberta às novas experiências emocionais e exercitar a aceitação em momentos de desconforto, ciente de que eles passam.

Essa habilidade, baseada no autoconhecimento, é um passo importante para sentir a tal felicidade – essa experiência tão poderosa, que todos buscamos, e merecemos, viver.

 

Nossos psicólogos

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Medo do Futuro

Sentir medo é uma emoção natural e, em muitas instâncias, é até saudável. O medo pode nos ajudar em situações perigosas, trabalhando a favor da nossa autopreservação e nos alertando para possíveis ameaças. Sentir algum medo é, de certa forma, manter-se alerta.

Mas, quando o medo passa a ser desproporcional aos riscos, ele afeta o equilíbrio emocional e pode atrapalhar a qualidade de vida de uma pessoa em muitos aspectos: convívio social, desempenho das atividades profissionais, acadêmicas, qualidade do sono, entre outros.

Existe um tipo de medo específico, chamado de Teleofobia, que é a aversão que algumas pessoas sentem de fazer planos para o futuro, focando em tudo que pode acontecer de errado. Isso pode tomar proporções exageradas e fazer com que a pessoa deixe de fazer qualquer plano e até de nutrir sonhos.

Quem sofre de teleofobia costuma dizer que prefere viver só o presente, evitando assumir qualquer tipo de compromisso ou estabelecer metas e planos – seja em que área da vida for – tamanho é o medo de se frustrar ou de fracassar, mesmo nas pequenas coisas, e mesmo que sejam visivelmente pequenas as chances do "plano" dar errado.

Pessoas com esta fobia criam desculpas e se esquivam de todo e qualquer compromisso, achando que dessa forma, evitarão fracassos e frustrações. Mas, na realidade, ao se protegerem tanto, acabam se privando de muitas experiências valiosas.

Esse padrão pode "estacionar" suas vidas e as impedir de progredir profissionalmente, casar-se, ter filhos, mudar de cidade, ter um pet, comprar qualquer coisa em prestações, entre outros bloqueios.

É muito importante que quem passa por isso busque ajuda profissional. A psicoterapia ajuda a identificar a causa dos medos e, principalmente, pode ser um passo importante para que a pessoa seja capaz de encarar a realidade com maior lucidez, vivendo bem o presente, mas sem sabotar o futuro e todas as coisas boas que ele tem a oferecer.

 

Nossos Psicólogos

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sábado, 21 de dezembro de 2024

Medo do Abandono

Para a grande maioria das pessoas, o amor é um sentimento desejado, que envolve confiança mútua e segurança. Mas, para algumas pessoas, o ato de amar pode ser sinônimo de exposição e vulnerabilidade.

A maior parte de nós deseja um relacionamento amoroso sólido, que perdure e que nos faça felizes. Mas é preciso ter o cuidado de não projetar no amor o único lugar de segurança e autorrealização.

Quando o medo de perder se torna excessivo ou quando as expectativas sobre o outro se tornam exigências, é preciso repensar a relação e o papel de cada envolvido.

O "amor que aprisiona" geralmente nasce do pavor de ser abandonado. A pessoa sequer consegue se imaginar fora da relação e, ao mesmo tempo, sente que é incapaz de mantê-la. É uma sensação de dependência, tristeza e intensa ansiedade, por um fim que parece próximo e inevitável - mesmo que sem qualquer sinal disso.

Não raramente, pessoas com esse comportamento demonstram sentir ciúmes intensos e necessidade de controle excessivo em relação ao parceiro, muitas vezes a ponto de tornar a relação insustentável.

Embora possa ter muitas causas, esse comportamento costuma ser influenciado por experiências anteriores traumáticas – não necessariamente conjugais. O abandono parental, a falta de cuidado e atenção na infância, de nutrição afetiva, costumam deixar marcas que podem se manifestar nas relações adultas.

A Psicoterapia pode ajudar no resgate da autoestima para que, com isso, seja possível abandonar o medo e estabelecer internamente zonas de segurança, sem a sensação de desamparo, angústia ou dependência emocional.

O autoconhecimento ajuda a pessoa a sair da posição de vítima e reconhecer que pode fazer escolhas, inclusive de pensamentos. Vivenciar uma parceria amorosa saudável é uma experiência muito especial, que envolve o outro, é claro, mas que requer o nosso próprio equilíbrio e maturidade emocional.

 

Nossos Psicólogos

 

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terça-feira, 12 de novembro de 2024

Acomodação

O conforto é objeto de desejo da grande maioria das pessoas - e não há nada de errado nisso. Ele é necessário ao ser humano, tanto do ponto de vista material quanto psíquico.

Porém, para certas pessoas, o conforto não é visto como fruto de conquistas ou merecimento. Para muita gente, ele é confundido com um estado de acomodação permanente, que gera inércia, apatia e estagnação - e que pode sabotar não só o crescimento pessoal e a autorrealização, mas também as emoções.

Quem tem empenho e dedicação costuma ser mais autoconfiante e desenvolver melhores ferramentas internas para encarar os desafios da vida. Ainda que não se tornem imunes a erros, essas pessoas tendem a ser mais preparadas para avançar - e levantar, se porventura caírem.

Já as pessoas mais acomodadas habitam permanentemente suas próprias zonas de conforto. Não precisar fazer esforços torna-se mais importante do que progredir e crescer, seja no trabalho, nas relações ou nos desafios pessoais.

Muitas delas, inclusive, acreditam que o conforto simplesmente lhes é devido, como um direito adquirido. É um quadro de "entorpecimento", que leva a pessoa a não acreditar em esforços, disciplina ou dedicação, contando que a vida - ou outra pessoa - automaticamente satisfará seus desejos.

Cedo ou tarde, é comum que essas pessoas se depararem com privações ou com a necessidade - absolutamente normal - de fazer algum esforço. O despreparo para lidar com essas situações pode levar ao sofrimento emocional.

Essa é uma queixa comum, por exemplo, quando os mais velhos se referem às gerações mais novas, que geralmente usufruem de mais conforto do que seus pais tiveram.

A psicoterapia pode ajudar - tanto quem não se empenha, quanto quem não sabe parar e descansar - a ver a realidade com mais lucidez e viver com mais equilíbrio.

Saber a hora de se desafiar e de desfrutar do merecido conforto é sinal de maturidade, e é parte importante de uma vida plena e emocionalmente equilibrada.

 

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Ansiedade

A Ansiedade não afeta só sua mente e suas emoções. Ela quer controlar também o seu corpo, com Dores de cabeça, fadiga, problemas gástricos...