terça-feira, 4 de novembro de 2025

Ouça sua voz interior

Em meio ao turbilhão de informações e atividades da vida cotidiana, é fácil negligenciar a "voz interior", especialmente quando ela sussurra verdades inquietantes.

É fácil nos perdermos no labirinto de obrigações, tarefas, prazos e planos do dia a dia - e esquecermos de parar para escutar o que realmente sentimos. Acabamos entrando no modo "piloto automático", atravessando os dias sem nos perguntarmos o que faz ou não sentido; para onde estamos, de fato, indo.

Essa "voz interior" é uma bússola silenciosa, que aponta para aspectos importantes de nossa vida. Saber ouvi-la é um ato de autorrespeito e autoconhecimento.

É preciso criar o hábito de parar e refletir se nossas escolhas, comportamentos e pensamentos estão alinhados com nossos valores e desejos mais profundos.

A psicoterapia oferece um espaço dedicado a explorar essa voz interior, que funciona como "mensageira" de suas necessidades emocionais e pode revelar percepções valiosas que, muitas vezes, você ignora em meio ao barulho do dia a dia.

Em um espaço seguro e acolhedor, podemos investigar os pensamentos e emoções - tanto os saudáveis quanto os distorcidos - para podermos viver com mais equilíbrio, lucidez e bem-estar, com base no conhecimento mais profundo de quem somos e do que é melhor para nós.

Embarque nessa jornada de autodescoberta, dando atenção às suas necessidades e permitindo-se ouvir e entender o que se passa com você! A psicoterapia está aqui para apoiar nesse processo, ajudando a decifrar esses sussurros interiores e fazendo deles seus aliados para uma vida mais plena e feliz.

Ouça, compreenda, e abrace o poder transformador de sua voz interior. Conte comigo! 🌟💬

 

Nossos Psicólogos

 

#Intuição #Autenticidade #VozInterior #QueroMeConhecer #PsicoterapiaCura

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Por que você se cala?

 

O silêncio pode ser uma armadilha perigosa para as nossas emoções. Falar por impulso, sem responsabilidade, é perigoso; mas é preciso não cometer o erro oposto… Calar tudo aquilo que se sente pode ser igualmente nocivo.

Adotar sempre o silêncio para evitar expor sentimentos, desviar de conversas necessárias ou até pensar sobre as próprias dores, pode levar você a acumular mágoas e rancor - dos outros e de si.

Muitas vezes, nos encontramos solitários em um emaranhado de palavras não ditas, emoções não expressas e dores guardadas no silêncio. Porém, é crucial entender que o ato de falar sobre uma dor costuma ser um passo fundamental para a cura emocional, além de ser uma oportunidade para esclarecer - e até corrigir - questões que precisam ser resolvidas.

Quebrar o silêncio e compartilhar os sentimentos não apenas alivia o peso emocional, mas também abre caminhos para a compreensão, aceitação e a transformação. Falar da dor não é sinal de fraqueza; é um ato de coragem e autenticidade.

A psicoterapia abre um espaço de escuta, sem julgamentos, para auxiliar no manejo de suas complexidades emocionais. Estou à sua disposição para explorarmos as raízes das suas mágoas e desenvolvermos, juntos, formas de lidar melhor com seus desafios emocionais.

Romper o ciclo do silêncio é um passo vital em direção à construção de relacionamentos mais saudáveis consigo e com os outros. A psicoterapia não apenas proporciona um espaço para expressar a dor, mas também oferece ferramentas para desenvolver uma comunicação mais aberta e saudável.

Se o silêncio tem sido seu refúgio, lembre-se de que há um poder incrível em dar voz às suas emoções. A psicoterapia ajuda nesse processo, para que você encontre as palavras que libertam, curam e transformam. Permita-se falar da dor e dar espaço para a cura começar. 🗣️

 

Nossos Psicólogos

 

#FalarCura #PalavrasCuradoras #ExpressãoEmocional #Mágoas #DorEAmor

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Comer por Ansiedade

Você já parou para pensar na relação entre suas emoções e sua forma de se alimentar? Muitas vezes, o ato de comer torna-se um refúgio para lidar com sentimentos difíceis, especialmente a ansiedade.

Compreender a ligação entre nossas emoções e nossos hábitos alimentares nos permite não apenas cultivar uma relação saudável com a comida, mas também lidar com as emoções - especialmente as que não são boas.

A ansiedade pode desencadear comportamentos alimentares compulsivos, na busca inconsciente de trocar uma dor ou desconforto por um prazer momentâneo, encontrado no alimento.

Não é raro que isso leve a escolhas nutricionais pouco saudáveis, que podem, inclusive, promover o desenvolvimento de doenças como a obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, entre outros, além das questões psicológicas ligadas à autoimagem, autoestima, senso de autocontrole, entre outros.

A psicoterapia proporciona formas de explorar as raízes emocionais desse comportamento. Trabalhando juntos, podemos identificar gatilhos, desenvolver estratégias de enfrentamento e promover mudanças positivas na sua relação com a comida e com as emoções.

Comer por ansiedade - muitas vezes sem fome - não é um sinal de fraqueza, mas sim uma resposta a emoções intensas, que precisam ser trabalhadas. Falar sobre isso é o primeiro passo para transformar essa dinâmica.

Ao reconhecer a ansiedade como algo que pode ser evitado, com as ferramentas certas, você dará passos significativos em direção ao maior bem-estar emocional. Esse é um caminho que aborda não apenas os sintomas, mas também promove uma compreensão mais profunda de quem você é - e das maneiras para que você possa suprir o que falta, sem cometer excessos, nem sabotar sua saúde e bem-estar.

Juntos, podemos desvendar os vínculos entre suas emoções e seus hábitos alimentares, criando um caminho para uma vida mais equilibrada e saudável, por dentro e por fora. 🌱

 

Nossos Psicólogos

 

 

#AlimentaçãoConsciente #AnsiedadeAlimentar #ComoPorAnsiedade #TerapiaAjuda #SaúdeFísicaeEmocional

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Felicidade – Estamos obcecados por ela?

Será que não nos perdemos em nossa incessante busca pela felicidade, justamente pela ansiedade de encontrá-la a todo tempo?

Hoje, parece haver uma pressão por estarmos constantemente felizes - como se a felicidade fosse um estado não só permanente, mas também obrigatório. Não estar plenamente feliz o tempo todo se tornou sinônimo de fracasso.

Porém, é preciso entender que a verdadeira felicidade reside na capacidade de apreciar momentos, mesmo os pequenos, sem nos tornarmos escravos de uma busca inalcançável.

É válido, claro, desejar momentos felizes e buscar experiências prazerosas, mas é crucial lembrar que a felicidade genuína não está atrelada a um modelo único ou a receitas.

A felicidade é um estado, não um evento. Cultivar momentos alegres faz parte disso, mas a vida não é uma sequência ininterrupta de alegrias intermináveis.

A psicoterapia nos convida a explorar a complexidade das emoções e encontrar contentamento nas pequenas coisas do cotidiano, aceitando que nem todos os momentos serão de pura alegria - e que isso não significa que sua vida é ou será triste.

Essa compreensão permite que você veja que a felicidade é multifacetada e que é possível apreciar a jornada, mesmo em tempos de desafios. Na psicoterapia, você poderá aprender a identificar padrões de pensamento que sabotam a busca pela felicidade genuína, identificando o que é realmente importante e quais são os pilares da sua felicidade.

É possível encontrar alegria na autenticidade, nos relacionamentos saudáveis e na aceitação do presente. Viver uma vida plena e feliz não significa eliminar tristezas, mas aprender a lidar com elas de modo maduro e saudável.

Buscar alegrias e momentos especiais faz parte da jornada, mas sem a obrigação de vivê-los de forma incessante, mascarando tristezas e desafios que fazem parte da vida de todo ser humano. 💫

 

Nossos Pscicólogos

 

#FelicidadeToxica #QueroSerFeliz #OrientaçãoPsicológica #BemEstarEmocional #FelicidadePossível

quarta-feira, 30 de julho de 2025

A Medicalização das Emoções

Vivemos uma era em que se busca por soluções rápidas, esforço mínimo e zero frustração. Isso vale para as relações, para a balança, para o bolso, para o trabalho e, também, para as emoções.

A "medicalização das emoções" é um sinal preocupante desse fenômeno. A sociedade se habituou a considerar comprimidos como soluções rápidas para dilemas emocionais. Parece que tratar os sintomas tornou-se mais importante do que chegar às causas dos problemas.

É claro que, muitas vezes, o tratamento com medicamentos é indispensável - e, somente o médico está apto a prescrevê-los. Mas é importante, também, entender que os remédios não tratam os conflitos emocionais, os comportamentos, não promovem as reflexões que nos levam a lidar melhor com nossas emoções e com os desafios da vida.

Medicamentos são parte de uma possível solução, mas não a única. Quando tomados sem critério, ou se tomados apenas para "mascarar" as emoções, eles acabam por nos desviar desse contato com nós mesmos. O tratamento deve envolver o contato com os próprios sentimentos, para serem compreendidos e transformados.

A terapia, o diálogo aberto e estratégias de enfrentamento saudáveis são ferramentas valiosas para lidar com as emoções. O tratamento psicológico visa a compreensão dos sentimentos, o desenvolvimento de maior resiliência emocional e a construção de estratégias para encarar os desafios da vida.

Vamos refletir juntos e buscar alternativas que promovam bem-estar e que tratem suas questões emocionais, mais do que apenas seus sintomas.

Nem toda emoção precisa ser suprimida. Às vezes, é na aceitação e compreensão que encontramos os caminhos para o crescimento emocional. Com apoio psicológico podemos abraçar a complexidade e a riqueza das nossas experiências emocionais - eventualmente com auxílio de medicamentos, mas sem esperar deles mais do que eles têm a oferecer. 💙

 

Nossos Psicólogos

#EmoçõesSaudáveis #PsicologiaSalva #ReflexãoEmocional #CuraInterior #AutoCuidado

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Bisbilhotar nas Redes

 

Bisbilhotar tornou-se incrivelmente fácil. As redes sociais - e a enorme exposição que elas oferecem - permitem o completo anonimato enquanto se "vasculha" a vida do outro, seus relacionamentos, os lugares que frequenta, seu padrão de vida e até mesmo seus hábitos alimentares.

Com bom senso, a uma distância respeitosa, é normal acompanhar alguém que você admira ou que é especial a você. Porém, a linha entre "curiosidade saudável" e "invasão de privacidade" é sutil - e é vital refletirmos sobre os impactos emocionais desse hábito.

Ao percorrer as vidas alheias online, podemos nos deparar com comparações prejudiciais, sensação de inferioridade e até mesmo ansiedade. O que poderia ser uma simples "atualização sobre as novidades" pode se transformar em um ciclo de autocrítica e insatisfação.

Isso se torna ainda pior quando envolve comportamentos compulsivos, como o "stalking", que significa "caçar" ou "perseguir" alguém - inclusive no mundo online.

É essencial reconhecer quando esse comportamento se torna prejudicial para a saúde emocional. O equilíbrio no uso das redes sociais requer autoconsciência e o aprendizado sobre como usá-las de forma consciente e construtiva.

A psicoterapia oferece um espaço para a construção de limites saudáveis, a partir da compreensão das motivações ligadas à necessidade de bisbilhotar e ao foco excessivo no outro.

Vamos encarar o desafio de questionar nossos hábitos online, promovendo uma cultura de respeito e empatia, sobretudo com nós mesmos.

Se você sente a pressão causada por sua forma de usar as redes sociais, ou se percebe um excesso de foco na vida alheia, a psicoterapia pode oferecer suporte, orientação e a oportunidade de cultivar uma relação mais saudável com o seu tempo e suas emoções.

Em conjunto, poderemos encontrar o equilíbrio necessário para navegar pelas redes sociais sem comprometer a sua saúde mental. 🌐💙

 

Nossos Psicólogos

 

#RedesSociais #InternetToxica #SaúdeMentalImporta #EquilíbrioDigital #AjudaTerapêutica

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Abandono Afetivo

 A afetividade e o senso de segurança são fundamentais na construção da personalidade humana. Na verdade, podemos até dizer que somos biologicamente "programados" para sermos cuidados, quando pequenos. Cães, felinos, primatas, entre outros mamíferos, cuidam de seus filhotes.

No caso dos humanos, esse cuidado deve ocorrer desde o nascimento, quando os pais ou responsáveis assumem o dever de cuidar, proteger e educar a criança, tornando-a segura, autônoma e feliz. Porém, para a criança que vivencia o abandono afetivo, a sensação de vulnerabilidade e desimportância podem afetar significativamente seu desenvolvimento psicológico, sua capacidade de confiar nas pessoas e estabelecer relações interpessoais e sociais saudáveis.

Crianças que não receberam atenção e amor podem desenvolver comportamentos disfuncionais de apego, dependência e baixa autoestima. Esses vazios emocionais podem influenciar comportamentos, pensamentos e a capacidade de lidar com emoções e situações desafiadoras, mesmo já na vida adulta.

A psicoterapia é uma aliada poderosa para aqueles que enfrentaram o abandono afetivo, seja na infância ou nas complexas ramificações da vida adulta. Ao explorar essas feridas emocionais, a terapia oferece um espaço de acolhimento, compreensão e ressignificação do passado, promovendo o desenvolvimento de laços emocionais mais saudáveis.

A psicoterapia ajuda a pessoa a reconstruir sua autonomia, autoimagem, restaurar a confiança nas pessoas em si, para poder cultivar relacionamentos mais significativos. É um caminho de coragem, para ressignificar as dores do abandono emocional, para vivenciar uma vida mais plena.

Isso inclui evitar, na vida adulta, a reprodução dos mesmos padrões que geraram feridas emocionais na infância, e evitar que perpetuem, por gerações, faltas que não precisam existir.

Nossos psicólogos

 

#AbandonoAfetivo #NegligenciaAfetiva #AbandonoEmocional #AjudaTerapeutica #AjudaPsicologica

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Medo de Ficar Só

O medo de ficar só é uma preocupação muito comum, influenciada por mitos e padrões sociais que associam, há séculos, a ideias de que só é feliz quem está em um relacionamento.

Até pouco tempo atrás era comum usar o termo "ficar para titia", para falar de alguém (especialmente do sexo feminino) que não se casou e que, por isso, seria automaticamente uma pessoa incompleta e infeliz, destinada a ser "apenas tia", mas nunca "esposa" ou "mãe".

É uma visão que associa a falta de um parceiro à ideia de fracasso pessoal. No entanto, é essencial compreender que a realização e a felicidade não são exclusivas de relacionamentos românticos; que é perfeitamente possível ter uma vida independente e significativa, sem depender do outro para construir a própria felicidade.

Investir em amizades, interesses pessoais e projetos individuais pode ser uma fonte valiosa de satisfação e crescimento pessoal. A ideia de que só é feliz quem está acompanhado muitas vezes leva à ansiedade e à pressão para encontrar um parceiro - ou à ideia de que é necessário suportar relações infelizes ou tóxicas, porque elas são opções melhores do que estar só.

A psicoterapia pode ajudar a explorar esse sentimento e a identificar as raízes desses medos, desafiando padrões de pensamento negativos e desenvolvendo estratégias para construir uma vida emocionalmente rica e satisfatória, independentemente do estado civil.

A terapia promove a autoestima, estimula o autoconhecimento e ajuda a desenvolver habilidades sociais que facilitem a aproximação com outras pessoas, com a certeza de que a felicidade começa pela qualidade da relação que você tem consigo mesmo.

Considere a psicoterapia como um caminho para explorar, compreender e transformar os padrões que impedem o florescer pleno de uma vida emocionalmente equilibrada e gratificante. Estar só ou acompanhado faz parte disso - mas não define, de forma alguma, tudo aquilo que você é.

 

Nossos Psicólogos

 

#MedoDeFicarSo #Relacionamentos #Psicoterapia #CuidadoEmocional #SozinhaNunca

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Sarcasmo, Inteligência ou Deboche

O sarcasmo é uma figura de linguagem em que aquilo que é dito – sempre de forma irônica – costuma ser exatamente o oposto do que realmente se quer dizer.

Veja alguns exemplos: "É claro! Eu sei muito bem que o mundo gira em torno das suas necessidades e desejos exclusivos." "Ah, sim, percebo que suas desculpas são realmente sinceras e comoventes." "Me impressiona o seu conhecimento ilimitado sobre tudo! Deve ser exaustivo ser tão sábio."

Quando bem colocado, na hora certa, com o tom e a pessoa certa, o sarcasmo pode até ser interpretado como um sinal de inteligência e sagacidade. Entre amigos ou pessoas próximas, pode ser considerado uma brincadeira ou provocação saudável.

Porém, quando empregado em comentários ácidos, o sarcasmo pode beirar a crueldade e ser usado para zombar e debochar de alguém. Nesses casos, torna-se um comportamento arrogante, que fere e magoa.

O sarcasmo excessivo pode também representar um mecanismo simplório de defesa, empregado por quem só consegue se sentir bem inferiorizando os outros, desviando a atenção de alguma fragilidade ou incômodo que possui. Nesses casos, o sarcasmo pode custar amizades e relacionamentos, já que costuma provocar desconforto e demonstrar falta de empatia, especialmente quando empregado sem cuidado ou em excesso.

A terapia pode ser um refúgio valioso para explorar as razões por trás desse comportamento, promovendo a autoconsciência e alternativas de expressão mais empáticas e saudáveis.

Para quem é alvo de sarcasmo - que pode levar alguns ambientes e relações a níveis verdadeiramente tóxicos - a psicoterapia oferece apoio emocional, estratégias para lidar com comentários inadequados e fortalecimento da autoestima.

Ao compreender e transformar padrões de comunicação, a terapia capacita a construção de relacionamentos mais saudáveis e a expressão de emoções de maneira mais cuidadosa e inteligente.

 

Nossos Psicólogos

 

 #Sarcasmo #Ironia #ComunicacaoNaoViolenta #PassivoAgressivo #SaudeMentalImporta

segunda-feira, 24 de março de 2025

Midorexia - Medo do Envelhecimento

A Midorexia é um distúrbio cada vez mais comum, caracterizado pela preocupação excessiva com a busca incessante da juventude e a resistência ao envelhecimento.

Mais do que uma simples busca por padrão estético jovem, a midorexia é um indicador de uma sociedade que valoriza a juventude de maneira desproporcional. Muitas pessoas, influenciadas por esses padrões, que são tanto estéticos quanto comportamentais, sentem uma pressão constante para se manterem jovens a qualquer custo. É como se envelhecer fosse sinônimo de fracasso.

Essa busca incessante - e necessariamente frustrada - pode levar à ansiedade, baixa autoestima, distúrbios alimentares e até a quadros depressivos. Além do aspecto físico, pessoas que sofrem com a midorexia tendem a querer viver e se comportar como se fossem bem mais jovens do que são: procuram amigos e parceiros mais novos, frequentam lugares cujo público pertence a outra faixa etária, assumem comportamentos que tentam esconder a idade que realmente têm.

Ao se tornar obsessivo, esse esforço pode causar problemas, inclusive, nas relações amorosas, familiares e sociais. É importante ter em mente que ter um estilo de vida ativo e jovial é positivo, sem dúvida. O que é negativo é o excesso, a fuga da realidade e negação, a todo custo, da passagem do tempo e de seus efeitos.

A psicoterapia é uma ferramenta valiosa para lidar com a midorexia, ajudando a reconhecer e questionar limites e padrões prejudiciais, para que se possa viver com alegria e vitalidade, sem negar o próprio amadurecimento - nem buscar o impossível.

Ao trabalhar a autoaceitação, o amor-próprio e a construção de uma autoimagem saudável, é possível promover um relacionamento mais equilibrado e positivo com o amadurecimento, sem que isso signifique, em absoluto, abrir mão da própria vaidade ou da alegria de viver.

 

Nossos Psicólogos

 

 🌟 #Midorexia #EnvelhecimentoSaudavel #Psicoterapia #CuidadoEmocional #SaberEnvelhecer

segunda-feira, 17 de março de 2025

Microagressão

Ao falar em agressão, logo pensamos em um ataque direto e visível à integridade física ou moral de alguém. Mas nem toda agressão é tão clara. Existem também as chamadas microagressões, geralmente sutis, disfarçadas sob a forma ironia, escárnio, sarcasmo e preconceito.

As microagressões costumam ser atitudes ou falas que ofendem, depreciam, humilham ou discriminam, questionando o mérito, a competência, o aspecto físico e a capacidade de um indivíduo. Elas podem ser, por exemplo, um simples comentário, embutindo uma "pequena" ofensa ou pensamento preconceituoso, ou uma atitude sutil, que reforce rótulos e estereótipos negativos.

As pessoas que praticam as microagressões normalmente não as reconhecem como problema: justificam que não têm qualquer intenção de ofender e que suas ações são incapazes de causar dor. Ainda que feitas de modo inconsciente e não intencional, é importante que não sejam simplesmente aceitas como naturais.

Ouvir "apelidos" depreciativos, insultos, ter sua presença ou suas falas ignoradas, ou se sentir "seguido" dentro de um estabelecimento comercial por sua aparência, por exemplo, são microagressões inaceitáveis.

É muito importante evitá-las também dentro de casa. Pequenas mágoas repetidas, especialmente vindas de quem amamos, afetam o bem-estar psicológico de qualquer pessoa, em qualquer idade.

Mecanismos de autocuidado, como a psicoterapia, podem ajudar a pessoa não apenas a resgatar a autoconfiança e autoestima, mas também estabelecer limites e combater as microagressões.

O prefixo "micro" faz parecer que as agressões são "pequenas" - mas só para quem as comete. Ignorá-las, na verdade, dificulta seu reconhecimento e banaliza os efeitos nocivos que elas têm. Combatê-las, mesmo quando sutis, significa zelar por ambientes e relações mais saudáveis, nos quais todos sejam incondicionalmente respeitados, como merecem ser.

Nossos Psicólogos

#microagressões #violenciasutil #faltaderespeito #autoconfiança #façaterapia

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Transtorno de Ansiedade Generalizada

TAG, ou Transtorno de Ansiedade Generalizada, é um distúrbio que causa intenso sofrimento, por levar a pessoa a um estado de preocupação excessiva e permanente, com pensamentos negativos em todas as esferas da vida.

Quem sofre de TAG costuma não considerar nada como leve ou pequeno. Tudo é motivo para preocupação em demasia, seja na família, no trabalho, estudos, finanças ou até mesmo pequenas tarefas do dia a dia.

Controlar a ansiedade e os próprios pensamentos não é fácil, mas é uma habilidade que se pode adquirir.

Veja estas 5 práticas, que podem ajudar:

1. RESPIRE Ao respirar profunda e conscientemente, o corpo relaxa e libera substâncias calmantes, permitindo que os músculos fiquem menos tensos e que os batimentos cardíacos desacelerem, diminuindo consideravelmente a ansiedade.

2. AUTOCONHECIMENTO É fundamental conhecer de onde vem a sua ansiedade e quais são os gatilhos que a ativam. Observe-se e questione a forma como você enxerga as coisas. Mudar algumas crenças e padrões mentais pode ajudar.

3. DURMA BEM Uma rotina de 8 horas de sono por noite é muito benéfica para quem sofre com TAG. Ao dormir, o cérebro reduz o estresse e se reequilibra. A privação do sono pode causar desequilíbrios que potencializam os transtornos ansiosos.

4. FAÇA ATIVIDADES FÍSICAS Exercitar-se estimula a liberação da serotonina, um neurotransmissor regulador do humor, que proporciona prazer e bem-estar. Uma simples caminhada já é um bom começo!

5. FAÇA PSICOTERAPIA A ajuda profissional pode ajudar no reconhecimento dos pensamentos nocivos e na construção de novos padrões, mais lúcidos e mais construtivos.

Conte comigo para ajudar você a se autoconhecer, lidar melhor com a ansiedade e "filtrar" os problemas, sem ignorar aquilo que de fato merece sua atenção, mas também sem acumular preocupações além do necessário. Isso pode fazer grande diferença em seus dias e em sua vida.

Nossos psicólogos

 

 #tag #transtornodeansiedadegeneralizada #muitaansiedade #terapiaparaansiedade #psicoterapiafazbem

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Autoestima

Ter uma boa autoestima é, sem dúvida, uma característica que fortalece qualquer pessoa - e torna mais firmes seus passos ao longo da vida. Por isso, o ideal é aprendermos, desde cedo, a cultivar a autoestima.

Na infância, as crianças se percebem por meio do olhar dos outros: elas são um espelho dos comentários e opiniões daquelas pessoas que as rodeiam. E é na infância que recebemos nossas primeiras validações. É durante esse período que nossas emoções começam a ser reconhecidas como legítimas.

Por isso é tão importante que os adultos em torno da criança calibrem suas exigências e julgamentos, sabendo estabelecer vínculos saudáveis, nutrindo a noção de percepção sobre competência, segurança e autonomia dos pequenos.

Sentir-se merecedor e digno do amor e dos cuidados recebidos aumenta a percepção positiva que temos de nós mesmos. Isso facilita a formação de vínculos afetivos pelo resto de nossas vidas e modela os pensamentos e emoções sobre nós mesmos.

Essa boa autoestima é um pilar de sustentação fundamental, no qual nos apoiaremos pelo resto de nossas vidas. Por isso, durante a infância, qualquer distúrbio dessa autoimagem pode gerar reflexos nocivos, no presente e no futuro.

Como infelizmente nem todos aprenderam a nutrir a autoestima desde cedo, é natural que alguns adultos se sintam bastante inseguros e receosos sobre quem são e sobre seus papéis nas relações e na sociedade. Nesses casos, a psicoterapia é um excelente recurso. Um profissional pode ajudar a nomear as emoções, para que a pessoa aprenda a definir quais delas devem, ou não, ter espaço. Identificar essas fragilidades e aprender a reconhecer as próprias virtudes torna muito mais fácil o desenvolvimento de uma boa autoestima e autoconfiança.

O autoconhecimento é um grande aliado no enfrentamento dessas inseguranças. Estar com a autoestima em dia abre portas para uma vida com maior equilíbrio emocional e mais respeito a quem realmente somos.

Nossos psicólogos

#autoestima #saudeemocional #psicoterapiaajuda #quesoueu #bemestar

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Aprendendo com o Fracasso

Fracassar não é uma experiência agradável, mas uma coisa é certa: fracassar é parte do processo de aprender a triunfar. Cada fracasso pode, e deve, ser encarado como uma oportunidade para refinar nossas experiências e se autoconhecer.

Errar tem muito a ensinar sobre quem somos e sobre como lidamos com os desafios. Mais do que o fracasso representa em si, a forma como o encaramos é que pode fazer grande diferença. Fracassos não devem ser vistos com constrangimento, pois eles costumam fazer parte da história daqueles que tentam, que ousam e que agem. Só fracassa quem se empenha. E todo empenho merece respeito.

Mas, em uma sociedade cada vez mais competitiva e que supervaloriza o sucesso (ou simplesmente a aparência dele), aceitar que nem sempre vamos prosperar - e ainda se dispor a aprender com isso - pode não ser tão simples quanto se imagina.

Encarando de frente aquilo que não deu certo, é possível crescer. É uma oportunidade de reconhecer os seus próprios limites, de analisar mais cuidadosamente as suas escolhas e métodos e até de reconhecer os seus defeitos.

É normal sentir tristeza e decepção diante de algo que não saiu como você gostaria, mas estagnar-se, mantendo os olhos naquilo que não aconteceu, pode aumentar a sensação de impotência e de fragilidade, sem trazer ganho algum.

Quando isso acontece, lidar com o fracasso torna-se um peso realmente difícil de carregar. Se você sentir que esse é o seu caso, procure a ajuda. A terapia pode proporcionar o fortalecimento das emoções, não apenas para superar o fracasso em si, mas para criar novos caminhos e soluções que levem a futuros sucessos.

A estrada para o sucesso não é uma reta. O verdadeiro fracasso é muito mais sobre desistir do que sobre não ter conseguido um resultado pretendido. O fracasso pode ser só uma das curvas do caminho, não necessariamente o seu fim.

 

Nossos Psicólogos

#sucessoefracasso #aprendizados #liçãodevida #autoconhecimentoétudo #terapiafazbem

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Felicidade

Você já parou para pensar que a capacidade de sentir felicidade é algo que pode ser desenvolvido, como uma habilidade?

Todo mundo quer ser feliz, é claro. Mas, diante dos desafios da vida, nem sempre é uma tarefa fácil manter a capacidade de sentir emoções positivas (alegria, contentamento e entusiasmo), aliando-as aos sentimentos mais profundos - como o senso de propósito - do que às alegrias passageiras.

Sentir-se feliz, ou não, na verdade é muito mais sobre a forma como você percebe e internaliza os acontecimentos, do que sobre o que realmente acontece à sua volta - com as devidas exceções, é claro.

É preciso fazer o exercício de reconhecer os pensamentos que não nos fazem bem. Círculos viciosos de sofrimento e angústia precisam ser quebrados.

Quando aprendemos a filtrar esses pensamentos e ter um olhar mais otimista e positivo em relação ao presente e às possibilidades futuras, conseguimos nos manter mais felizes - e de forma mais prolongada.

Mesmo que não seja possível alterar a causa de um descontentamento, muitas vezes é possível alterar a forma como você lida com ele. Isso passa, por exemplo, por reconhecer sua temporalidade: a dor de hoje poderá deixar de existir amanhã - por mais difícil que seja acreditar nisso, no momento agudo da dor.

A psicoterapia ajuda a diferenciar as emoções e pensamentos, para que possamos dar mais importância àqueles que nos beneficiam. Essa é uma habilidade que fortalece não só nossa capacidade de procurar, mas também de encontrar a felicidade.

Sentir felicidade não é um estado imutável ou permanente. É na verdade, um exercício diário, que envolve pensamentos e emoções; que requer manter a mente aberta às novas experiências emocionais e exercitar a aceitação em momentos de desconforto, ciente de que eles passam.

Essa habilidade, baseada no autoconhecimento, é um passo importante para sentir a tal felicidade – essa experiência tão poderosa, que todos buscamos, e merecemos, viver.

 

Nossos psicólogos

#queroserfeliz #felicidadepossivel #comoserfeliz #embuscadafelicidade #terapiafazbem

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Medo do Futuro

Sentir medo é uma emoção natural e, em muitas instâncias, é até saudável. O medo pode nos ajudar em situações perigosas, trabalhando a favor da nossa autopreservação e nos alertando para possíveis ameaças. Sentir algum medo é, de certa forma, manter-se alerta.

Mas, quando o medo passa a ser desproporcional aos riscos, ele afeta o equilíbrio emocional e pode atrapalhar a qualidade de vida de uma pessoa em muitos aspectos: convívio social, desempenho das atividades profissionais, acadêmicas, qualidade do sono, entre outros.

Existe um tipo de medo específico, chamado de Teleofobia, que é a aversão que algumas pessoas sentem de fazer planos para o futuro, focando em tudo que pode acontecer de errado. Isso pode tomar proporções exageradas e fazer com que a pessoa deixe de fazer qualquer plano e até de nutrir sonhos.

Quem sofre de teleofobia costuma dizer que prefere viver só o presente, evitando assumir qualquer tipo de compromisso ou estabelecer metas e planos – seja em que área da vida for – tamanho é o medo de se frustrar ou de fracassar, mesmo nas pequenas coisas, e mesmo que sejam visivelmente pequenas as chances do "plano" dar errado.

Pessoas com esta fobia criam desculpas e se esquivam de todo e qualquer compromisso, achando que dessa forma, evitarão fracassos e frustrações. Mas, na realidade, ao se protegerem tanto, acabam se privando de muitas experiências valiosas.

Esse padrão pode "estacionar" suas vidas e as impedir de progredir profissionalmente, casar-se, ter filhos, mudar de cidade, ter um pet, comprar qualquer coisa em prestações, entre outros bloqueios.

É muito importante que quem passa por isso busque ajuda profissional. A psicoterapia ajuda a identificar a causa dos medos e, principalmente, pode ser um passo importante para que a pessoa seja capaz de encarar a realidade com maior lucidez, vivendo bem o presente, mas sem sabotar o futuro e todas as coisas boas que ele tem a oferecer.

 

Nossos Psicólogos

#teleofobia #medodofuturo #medodoamanha #medodetudo #atendimentopsicologico

Viver na Defensiva

Viver na defensiva é, antes de tudo, uma reação de quem precisa - ou acha que precisa - se proteger. O problema é quando esse hábito, que ...