sexta-feira, 17 de julho de 2015

Qual o tamanho do seu problema?

Qual o tamanho do seu problema?

Se fizéssemos uma pesquisa para identificar quem tem o maior e mais complicado problema de todos os tempos, muito provavelmente você diria: “eu tenho o maior problema de todos”. Observe que estamos acostumados a valorizar ou até mesmos supervalorizar o problema que temos e que de certa forma isso mostra o quanto somos imaturos e inseguros com relação às dificuldades que enfrentamos.
Porém veja que a valorização deste problema está muito mais na relação que você mantém com ele, do que sua representatividade de fato. Em outras palavras: você atribui a ele um peso muito além do que efetivamente representa. Esta proporção está relacionada à forma como você o encara, pois quanto mais pessimista e desanimado for, maior o sentimento de dificuldade para enfrenta-lo. Sendo assim, o impacto sobre você será tão intenso que lhe dará a sensação de que tem sim o maior problema de todos.
A situação piora quando você se coloca na posição de vítima, aumentando sua estagnação e consequente sofrimento. Esta forma de encarar o problema inibe sua reação já que, nesta condição, sua energia estará sendo consumida com lamentações.
Portanto, não se deixe influenciar por sentimentos negativos, encare o problema ou dificuldade de frente e assim estará abrindo sua mente para que a solução possa surgir em você. Concentre suas energias nos sentimentos positivos de coragem e determinação, mantendo-se focado naquilo que quer e verá que a solução está mais próxima do que imagina.
Acredite na sua capacidade, pois com certeza, você já passou por outras situações que foram superadas. Analise com atenção e verá que cada um destes desafios lhe trouxeram importantes lições e aprendizados, permitindo que sua vida fosse se ajustando aos novos tempos e necessidades, mudando sempre pra melhor.
O que isso significa? “Que tudo concorre para o bem”. Não importa o tamanho da dor ou do problema, se está lhe envolvendo é porque tem capacidade e condições de suporta-las e cabe a você se empenhar para superar mais este desafio.
Diante disso saiba conduzir e aproveitar as oportunidades que a vida lhe oferece, pois muito provavelmente o problema que está enfrentando hoje está lhe despertando para atitudes que, depois de tomadas, lhe farão uma pessoa melhor. Acredite em você e seja feliz.
  
SP 17/07/2015

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486



sexta-feira, 10 de julho de 2015

Quem ou o que te influencia a ser o que é?

Quem ou o que te influencia a ser o que é?
A todo instante e em qualquer época da vida sofremos influencias que nos chegam pelos mais variados meios. Sejam através das nossas amizades, das relações no trabalho, na escola, nos programas de TV, nas novelas, livros, etc.
Constantemente somos “bombardeados” com uma avalanche de situações e comportamentos a qual observamos e registramos. Algumas destas influências nos fazem pensar, porém outras passamos a reproduzir sem ao menos avaliar se são ou não adequadas a nós.
Quando nos fazem pensar, ótimo. Temos então a oportunidade de rever nosso jeito de ser e se for o caso, fazer as mudanças e transformações necessárias, que podem contribuir para o bem estar e consequente amadurecimento.
Essas influências consideradas positivas nos despertam para a reflexão, nos servindo de modelo para algo que queremos ou então um exemplo de conduta que sentimos prazer em acompanhar.
Porém, quando de forma inconsciente ou não, você passa a reproduzir ou vivenciar o que vê sem o cuidado de estabelecer critérios de julgamento ou adaptação adequados para a sua vida, estará criando situações embaraçosas para si mesmo e às pessoas da sua relação, pois muito provavelmente estará se comportando de modos alheios a sua realidade.
A Televisão é hoje um dos principais veículos de comunicação que temos acesso e desta forma também um dos importantes agentes de influência. Acontece que na ânsia de se manter uma audiência crescente, essas empresas procuram cativar seu publico utilizando-se das mais variadas estratégias, onde a fantasia e a excepcionalidade estão sempre presentes. Observe o comportamento dos artistas na tv, novelas etc. O mundo e as relações que se criam nestes ambientes, na maioria das vezes, estão muito longe da sua realidade e não tem nada a ver com seu modo de vida, mas que inadvertidamente você se ilude e deixa-se influenciar.
Veja também o sensacionalismo trazido por alguns programas de notícias. Pela forma como apresentam, está claro que o objetivo não é somente informar, mas principalmente mantê-lo preso a essa audiência, com narrativas que extrapolam a naturalidade, lhe causando tensão e curiosidade pelo que vem a seguir. Nestes momentos, preste atenção às suas sensações: coração acelerado, pressão sanguínea elevada, medo e tensão. Você fica contrariado com o que vê e com sentimentos de insegurança e angustia que fogem ao seu controle, num sentido de que tudo está perdido e que a qualquer momento, o que está sendo apresentado vai ocorrer também com você.
O sentido deste alerta é sermos mais cuidadosos na escolha dos conteúdos de informação, lazer e entretenimento. Importante fazermos escolhas cuja finalidade maior seja, não somente nos distrair e manter informados, mas acima de tudo com conteúdos que nos despertem para nossas potencialidades e propósito, nos influenciando em coragem e esperança para enfrentarmos nosso dia a dia, que por si só já é bastante trabalhoso e assim podemos considerá-lo suficiente. No mais, Seja Feliz!


SP 10/07/15

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486





sexta-feira, 3 de julho de 2015

Se pudesse recomeçar, você faria diferente?

Se pudesse recomeçar, você faria diferente?

Se você tivesse hoje a oportunidade de refazer alguns acontecimentos ou fases da sua vida, o que faria diferente? Existe algo que fez no passado que ainda o deixa contrariado? Se você faz parte deste grupo, que com frequencia olha para traz e reclama das escolhas e atitudes que tomou, comece estudar a possibilidade de mudar sua relação com este passado. Perceba que quando isso acontece você sofre e se tortura por algo que não consegue mudar.
Mas será que vale a pena perder tempo e energia com essas preocupações?
Entenda que, mais importante do que arrepender-se de algo do passado, é saber utilizar os conhecimentos e experiências adquiridos ao longo deste tempo, onde cada atitude e cada movimento feitos foram determinantes para ser a pessoa que é hoje. Nada do que fez foi em vão, pois tudo aconteceu de acordo com suas possibilidades, os recursos e a maturidade que tinha naquela época. Desta forma, não existe espaço para julgamentos e sentimentos de culpa, pois tudo foi como devia ser.
 Aceitar o passado, como ele se apresentou permite que você se transforme em uma pessoa mais forte e consciente daquilo que quer e busca nos dias de hoje. Ao contrário, quando consome energia com reclamações e lamentações, você está se colocando em posição de vitima, diminuindo assim sua condição e vontade de reação.
Observe que estas experiências vividas o transformaram na pessoa que é hoje. Se atualmente você tem valores e conteúdos morais que o tornam capaz de fazer estes questionamentos é porque houve um amadurecimento e seu nível de consciência está mais elevado do que antes. Muito provavelmente isso foi possível devido às experiências vividas que lhe permitiram aprender e se aperfeiçoar.
Por outro lado, é quase impossível poder afirmar ou até mesmo prever como seria se você tivesse feito escolhas diferentes. É certo que as consequências teriam sido outras, mas será que seriam boas, seriam realmente úteis?
 Procure então, encarar seu passado com naturalidade, e veja-o como uma importante experiência de vida necessária para o seu amadurecimento.
Diante disso não se acomode, pois o presente está exigindo de você novas atitudes que lhe permitam fazer a diferença, pois segundo Francisco Xavier, “Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar agora e fazer um novo final”. Seja Feliz!

SP 03/07/15
Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Meu trabalho me consome, não tenho tempo.

Meu trabalho me consome, não tenho tempo.

Com certeza você já deve ter ouvido frases como esta. Pior ainda, muito provavelmente você já pode ter dito algo parecido, ou quem sabe ainda diz.
Mas está correto pensar e agir assim? Será que temos que abrir mão de alguns cuidados conosco e até mesmo da nossa saúde em favor do emprego? Até que ponto nós estamos sendo justos e coerentes, priorizando esta relação em detrimento do nosso próprio bem estar?
Não queremos questionar aqui a importância da atividade de cada um, nem o grau de responsabilidade e de comprometimento que ela exige, mas vale refletir sobre o peso deste sacrifício quando você passa a comprometer o seu próprio bem estar em favor desta atribuição.
De maneira inconsciente, ou simplesmente por zelo e responsabilidade, você se dedica de tal forma ao seu compromisso que se esquece de alguns cuidados básicos de sobrevivência, como cuidar da sua saúde.
Nesta condição, falamos de alguns procedimentos comuns que estamos cansados de saber, mas que poucos dão valor: exercícios físicos, alimentação saudável, sono regular, exames clínicos periódicos etc.
Você pode até achar que seu trabalho é superimportante, que você é insubstituível, pois é a única pessoa capaz de produzir suas tarefas, e que diante disso não mede esforços para cumprir com sua obrigação. Mas uma coisa é certa e você precisa se dar conta: para poder executar bem o seu trabalho, seja você um empresário ou colaborador, é imprescindível que tenha saúde, e que em muitos casos esta colocação somente é sua porque conseguiu até agora, fazer as entregas que esperam de você.
Não estamos fazendo apologia aos descompromissados e sem responsabilidades, mas procurando despertar consciência para que suas atividades e demais atribuições sejam distribuídas no tempo de forma justa e coerente, para que elas se sustentem e se completem. Considere que para continuar sendo produtivo e eficiente, é mais do que necessário estar disponível e por inteiro.
Fique atento, pois se você está como colaborador e sua saúde ficar debilitada pela falta de cuidados ou pelos esforços que pratica lhe obrigando a afastamentos constantes, muito provavelmente seus empregadores terão que tomar atitudes providenciando alguém para cumprir as tarefas que você deixaria de fazer. Somente então você descobrirá que estava enganado quanto a sua condição de ser “insubstituível”
Sendo assim, mais do que justo e lógico que procure manter-se saudável para poder produzir e oferecer a eles as tarefas que esperam de você.
O vínculo que o mantém no emprego atual é uma relação profissional que poderá ser modificada quando uma das partes não estiver mais correspondendo com aquilo que foi combinado. Da sua parte, você se comprometeu contribuir com seu trabalho e para isso é importante se manter saudável para poder continuar atendendo aquilo que foi proposto. Pense nisso antes de recusar seus desejos de cuidar melhor de si mesmo, com caminhadas, momentos de reflexão, leituras, cursos, seja lá o que for, cuide-se e seja feliz!

SP 25/06/15

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Você faz o que gosta?

Você gosta do que faz?

Você é daqueles que tem prazer no trabalho que faz ou pertence ao grupo dos insatisfeitos? Procura cumprir suas obrigações com alegria ou vive reclamando da sua condição e das tarefas que executa, fazendo tudo por obrigação e sem motivação?
Se você está no grupo dos que reclamam, muito provavelmente se deixou envolver por algumas circunstancias da vida como: influencia dos pais, falta de oportunidade, falta de aconselhamento na hora da decisão, ou até mesmo ausência de coragem em fazer valer o seu desejo.
Você pode até tentar se justificar alegando que, alem das situações acima, este é o trabalho que tem, que lhe dá o ganho e o sustento necessários e que não pode ficar sem isso, pois seria muito difícil tentar outro caminho.
Mas comece a pensar que estas escolhas podem sim serem alteradas, pois não precisam permanecer desta forma e que nunca é tarde para mudar. Quando o individuo faz o que gosta, ele se potencializa de energias revitalizantes, transforma seus valores e permite que os resultados sejam melhores, pois sempre estarão envolvidos em sentimentos de prazer.
Se este tema lhe toca e faz algum sentido nas suas escolhas, não espere o dia de amanhã para estudar o que pode ser feito. Comece já seu movimento de mudança.
Analise os passos a serem dados, pondere cada ação e siga em frente. Você é livre para optar e não precisa continuar se prendendo a histórias ou desculpas do passado.
Planeje com segurança e poderá fazer este movimento sem comprometer suas atribuições e responsabilidades. Pense em todas as possibilidades, e se for o caso tente conciliar sua atividade atual com aquela que está lhe mobilizando. Pense até mesmo na ideia de um trabalho voluntário, que independente de manter seu emprego atual, pode começar já a realizar o desejo de fazer o que gosta.
São muitas as alternativas que você pode utilizar para tentar conciliar sua atividade com aquela que lhe traria mais prazer e realização, mas para cada uma delas depende única e exclusivamente da sua intenção, da sua vontade.
Não perca tempo, seja qual for esta escolha: um curso, um novo emprego, uma atividade qualquer, uma região diferente para morar. Não deixe o tempo passar, corra atrás do seu sonho, realize-se.

SP 19/06/15


Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O que você vai ser quando seu filho crescer?


Você está preparado para quando seus filhos crescerem? O que vai ser de você, quando chegar o momento deles seguirem outro rumo na vida e não estiverem mais próximos? Ao que tudo indica, poucos pais se dão a este trabalho, de planejar ou até mesmo imaginar esta possibilidade.
Para a maioria deles esta é uma situação que não se pensa, pois ainda mantém a ilusão de que a relação com seus filhos será sempre da mesma forma, com total ascendência sobre eles e presença constante.
Mas como as mudanças na vida são inevitáveis, eles também crescem passando então a ter sonhos e desejos próprios, e nesta hora as previsões que foram feitas pelos pais começam a ter o rumo alterado.
Se comparar, é provável que aconteça da mesma forma como foi com você, quando também teve a necessidade de, em algum momento, sair em busca das suas realizações.
Porém como estamos falando dos nossos filhos e não dos filhos dos outros, é nesta hora que demonstramos estar totalmente despreparados. Embora exista a possibilidade de termos feito o mesmo percurso, achávamos que conosco seria diferente ou então, nem nos demos o trabalho de pensar sobre isso.
Quando acontece desta forma, na medida em que os filhos buscam outros caminhos, os pais começam então a ter sentimentos de solidão, de abandono e dependendo de como conduziram seus lares, uma sensação de vazio pode estar se instalando.
Mas boa parte destes sentimentos pode ser evitada. Se você se preparar para esta possível separação vai conseguir superar, caso contrário pode ter sérios problemas para dar sequencia a sua vida sem aquelas aspirações e preocupações rotineiras de um pai ou uma mãe que zela e cuida do seu filho.
Fique atento, pois por mais que você saiba ou concorde com a afirmativa: de que “criamos os filhos para o mundo”, poucos de nós se encontram em condições de realmente aceitar esta máxima sem se atordoar, ou até mesmo se abalar.
Faça o esforço que for possível para cumprir os papéis de pais, mas não abram mão das necessidades e desejos pessoais, pois são estas mesmas realizações que nos potencializa para continuarmos oferecendo carinho e atenção àqueles a quem amamos.
Dê a eles os recursos necessários, oferecendo conforto, segurança e condições ideais para o seu desenvolvimento, mas não se esqueça de que após a saída dos filhos da sua casa, a vida precisa continuar.
Distribua seu tempo entre as responsabilidades como pais, os cuidados familiares e suas realizações pessoais, para que o equilíbrio entre o dar e receber esteja sempre presente, nos habilitando a continuar servindo e ao mesmo tempo nos beneficiando das conquistas pessoais, tão importantes em nossas vidas.

SP 12/06/2015

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Ciúme, o veneno da relação.



O que você sente é ciúme ou zelo?  Quando tratamos das relações afetivas, podemos considerar que algumas atitudes que se tem em relação ao outro transitam entre o zelo e o ciúme doentio. Zelo pode ser entendido como um comportamento saudável, pois se trata de um cuidado especial com quem se ama, buscando preservar a relação, porém respeitando limites e vontades de cada um. Já o ciúme conduzido de forma doentia, ao contrário, traz sofrimento e dor, e muito provavelmente é um sério causador de uma relação conflituosa.
Manter sentimentos doentios desta natureza ocasiona em todos os envolvidos uma elevada sensação de angústia, prejudicando todo o Ser e causando sintomas como: perda da tranquilidade, insônia, chegando até mesmo a propiciar males físicos frutos da consequente instabilidade emocional.
E porque você sente ciúme? Muito provavelmente, uma das causas é a falta de segurança em si mesmo, alimentada por uma baixa autoestima, acrescida de alta dose de orgulho, que fere e perturba quando se vê diante de uma possível rivalidade.
Sentir ciúme, em alguns momentos, é dar vazão a um sentimento desequilibrado e acima de tudo egoísta, onde a pessoa somente está preocupada consigo mesmo e com sua satisfação, não se importando com as aspirações e desejos do outro.
Este modo de ser, aliado a uma ilusão de posse, faz com que se tenham atitudes controladoras a ponto de exigir que o outro não olhe nem faça contatos com mais ninguém, pois quer ter total exclusividade.
Triste ilusão, pois se você acha que pode manter alguém aprisionado desta maneira, esqueça. Você pode até ter a posse de bens materiais como carro, casa, relógios ou outros objetos qualquer, mas de modo algum pode se considerar dono(a) de alguém. Diante da sua exigência ou imposição talvez até consiga fazer com que o outro esteja fisicamente ao seu lado, que ele fique exclusivamente sob seus olhos, mas e quanto aos seus pensamentos? E quanto aos seus sentimentos? Isso nem você nem ninguém pode controlar, pois cada um de nós tem liberdade para fazer escolhas e navegar por onde o pensamento e o sentimento desejam.  Nem mesmo a mãe que gera o filho no seu ventre é detentora deste direito, embora ainda vejamos mães se confundindo nesta relação.
E como controlar este jeito de ser, que muitas vezes foge a própria razão?
Comece pelo autoconhecimento, observe-se. Quando você se dispõe a perceber esta fragilidade em si mesmo, está abrindo caminho para o autocontrole, lhe permitindo buscar mecanismos de superação e autovalorização, tornando-se mais confiante na sua condição e capacidade. Busque o diálogo, pois nada melhor do que o esclarecimento mútuo para se atingir a compreensão. Respeito e liberdade podem caminhar juntos quando se tem uma relação saudável e sincera.
Considere também, que a prática do amor é a única maneira de se manter um relacionamento em harmonia. Nenhuma relação se sustenta se não houver respeito e consideração pelas necessidades e desejos do outro.

E finalmente, reflita sobre um pensamento trazido por Dalai Lama, quanto ao caminho para manter uma relação saudável e duradoura: “Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar”…. No mais, seja feliz.

SP 05/06/15

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486
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Blog: http://psicologiarenovada1.blogspot.com.br/

Ansiedade

A Ansiedade não afeta só sua mente e suas emoções. Ela quer controlar também o seu corpo, com Dores de cabeça, fadiga, problemas gástricos...