sexta-feira, 19 de junho de 2015

Você faz o que gosta?

Você gosta do que faz?

Você é daqueles que tem prazer no trabalho que faz ou pertence ao grupo dos insatisfeitos? Procura cumprir suas obrigações com alegria ou vive reclamando da sua condição e das tarefas que executa, fazendo tudo por obrigação e sem motivação?
Se você está no grupo dos que reclamam, muito provavelmente se deixou envolver por algumas circunstancias da vida como: influencia dos pais, falta de oportunidade, falta de aconselhamento na hora da decisão, ou até mesmo ausência de coragem em fazer valer o seu desejo.
Você pode até tentar se justificar alegando que, alem das situações acima, este é o trabalho que tem, que lhe dá o ganho e o sustento necessários e que não pode ficar sem isso, pois seria muito difícil tentar outro caminho.
Mas comece a pensar que estas escolhas podem sim serem alteradas, pois não precisam permanecer desta forma e que nunca é tarde para mudar. Quando o individuo faz o que gosta, ele se potencializa de energias revitalizantes, transforma seus valores e permite que os resultados sejam melhores, pois sempre estarão envolvidos em sentimentos de prazer.
Se este tema lhe toca e faz algum sentido nas suas escolhas, não espere o dia de amanhã para estudar o que pode ser feito. Comece já seu movimento de mudança.
Analise os passos a serem dados, pondere cada ação e siga em frente. Você é livre para optar e não precisa continuar se prendendo a histórias ou desculpas do passado.
Planeje com segurança e poderá fazer este movimento sem comprometer suas atribuições e responsabilidades. Pense em todas as possibilidades, e se for o caso tente conciliar sua atividade atual com aquela que está lhe mobilizando. Pense até mesmo na ideia de um trabalho voluntário, que independente de manter seu emprego atual, pode começar já a realizar o desejo de fazer o que gosta.
São muitas as alternativas que você pode utilizar para tentar conciliar sua atividade com aquela que lhe traria mais prazer e realização, mas para cada uma delas depende única e exclusivamente da sua intenção, da sua vontade.
Não perca tempo, seja qual for esta escolha: um curso, um novo emprego, uma atividade qualquer, uma região diferente para morar. Não deixe o tempo passar, corra atrás do seu sonho, realize-se.

SP 19/06/15


Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O que você vai ser quando seu filho crescer?


Você está preparado para quando seus filhos crescerem? O que vai ser de você, quando chegar o momento deles seguirem outro rumo na vida e não estiverem mais próximos? Ao que tudo indica, poucos pais se dão a este trabalho, de planejar ou até mesmo imaginar esta possibilidade.
Para a maioria deles esta é uma situação que não se pensa, pois ainda mantém a ilusão de que a relação com seus filhos será sempre da mesma forma, com total ascendência sobre eles e presença constante.
Mas como as mudanças na vida são inevitáveis, eles também crescem passando então a ter sonhos e desejos próprios, e nesta hora as previsões que foram feitas pelos pais começam a ter o rumo alterado.
Se comparar, é provável que aconteça da mesma forma como foi com você, quando também teve a necessidade de, em algum momento, sair em busca das suas realizações.
Porém como estamos falando dos nossos filhos e não dos filhos dos outros, é nesta hora que demonstramos estar totalmente despreparados. Embora exista a possibilidade de termos feito o mesmo percurso, achávamos que conosco seria diferente ou então, nem nos demos o trabalho de pensar sobre isso.
Quando acontece desta forma, na medida em que os filhos buscam outros caminhos, os pais começam então a ter sentimentos de solidão, de abandono e dependendo de como conduziram seus lares, uma sensação de vazio pode estar se instalando.
Mas boa parte destes sentimentos pode ser evitada. Se você se preparar para esta possível separação vai conseguir superar, caso contrário pode ter sérios problemas para dar sequencia a sua vida sem aquelas aspirações e preocupações rotineiras de um pai ou uma mãe que zela e cuida do seu filho.
Fique atento, pois por mais que você saiba ou concorde com a afirmativa: de que “criamos os filhos para o mundo”, poucos de nós se encontram em condições de realmente aceitar esta máxima sem se atordoar, ou até mesmo se abalar.
Faça o esforço que for possível para cumprir os papéis de pais, mas não abram mão das necessidades e desejos pessoais, pois são estas mesmas realizações que nos potencializa para continuarmos oferecendo carinho e atenção àqueles a quem amamos.
Dê a eles os recursos necessários, oferecendo conforto, segurança e condições ideais para o seu desenvolvimento, mas não se esqueça de que após a saída dos filhos da sua casa, a vida precisa continuar.
Distribua seu tempo entre as responsabilidades como pais, os cuidados familiares e suas realizações pessoais, para que o equilíbrio entre o dar e receber esteja sempre presente, nos habilitando a continuar servindo e ao mesmo tempo nos beneficiando das conquistas pessoais, tão importantes em nossas vidas.

SP 12/06/2015

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Ciúme, o veneno da relação.



O que você sente é ciúme ou zelo?  Quando tratamos das relações afetivas, podemos considerar que algumas atitudes que se tem em relação ao outro transitam entre o zelo e o ciúme doentio. Zelo pode ser entendido como um comportamento saudável, pois se trata de um cuidado especial com quem se ama, buscando preservar a relação, porém respeitando limites e vontades de cada um. Já o ciúme conduzido de forma doentia, ao contrário, traz sofrimento e dor, e muito provavelmente é um sério causador de uma relação conflituosa.
Manter sentimentos doentios desta natureza ocasiona em todos os envolvidos uma elevada sensação de angústia, prejudicando todo o Ser e causando sintomas como: perda da tranquilidade, insônia, chegando até mesmo a propiciar males físicos frutos da consequente instabilidade emocional.
E porque você sente ciúme? Muito provavelmente, uma das causas é a falta de segurança em si mesmo, alimentada por uma baixa autoestima, acrescida de alta dose de orgulho, que fere e perturba quando se vê diante de uma possível rivalidade.
Sentir ciúme, em alguns momentos, é dar vazão a um sentimento desequilibrado e acima de tudo egoísta, onde a pessoa somente está preocupada consigo mesmo e com sua satisfação, não se importando com as aspirações e desejos do outro.
Este modo de ser, aliado a uma ilusão de posse, faz com que se tenham atitudes controladoras a ponto de exigir que o outro não olhe nem faça contatos com mais ninguém, pois quer ter total exclusividade.
Triste ilusão, pois se você acha que pode manter alguém aprisionado desta maneira, esqueça. Você pode até ter a posse de bens materiais como carro, casa, relógios ou outros objetos qualquer, mas de modo algum pode se considerar dono(a) de alguém. Diante da sua exigência ou imposição talvez até consiga fazer com que o outro esteja fisicamente ao seu lado, que ele fique exclusivamente sob seus olhos, mas e quanto aos seus pensamentos? E quanto aos seus sentimentos? Isso nem você nem ninguém pode controlar, pois cada um de nós tem liberdade para fazer escolhas e navegar por onde o pensamento e o sentimento desejam.  Nem mesmo a mãe que gera o filho no seu ventre é detentora deste direito, embora ainda vejamos mães se confundindo nesta relação.
E como controlar este jeito de ser, que muitas vezes foge a própria razão?
Comece pelo autoconhecimento, observe-se. Quando você se dispõe a perceber esta fragilidade em si mesmo, está abrindo caminho para o autocontrole, lhe permitindo buscar mecanismos de superação e autovalorização, tornando-se mais confiante na sua condição e capacidade. Busque o diálogo, pois nada melhor do que o esclarecimento mútuo para se atingir a compreensão. Respeito e liberdade podem caminhar juntos quando se tem uma relação saudável e sincera.
Considere também, que a prática do amor é a única maneira de se manter um relacionamento em harmonia. Nenhuma relação se sustenta se não houver respeito e consideração pelas necessidades e desejos do outro.

E finalmente, reflita sobre um pensamento trazido por Dalai Lama, quanto ao caminho para manter uma relação saudável e duradoura: “Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar”…. No mais, seja feliz.

SP 05/06/15

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486
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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Como decidir? Pela razão ou emoção?


Qual a melhor maneira de se tomar uma decisão? Utilizar-se da razão, onde por princípio recorremos a um pensamento lógico sobre o fato, ou optar pela emoção, deixando aflorar um sentimento que pode ser misto de compreensão, solidariedade ou até mesmo pena?
Às vezes você é obrigado a decidir sobre uma determinada situação, porém fica em dúvida ou até mesmo incomodado sobre a forma ideal. Neste momento você quer tomar uma decisão que não comprometa o resultado, não prejudique nenhum dos envolvidos e ainda não deixe um sentimento de que poderia ser diferente, isto é, sem arrependimentos.
Se decidir pela razão, em alguns casos, você pode até achar que está sendo duro e inflexível, pois existe o risco de pensar que a decisão poderia ser outra e que apesar da situação, todos mereceriam uma segunda chance.
Se a opção for pela emoção, da mesma forma, pode lhe pairar dúvidas sobre o grau de tolerância em relação ao caso, ou até mesmo da sua falta de coragem em decidir de forma mais incisiva.
Mas pergunto: será que existe uma maneira única de decidir? Um modelo a ser usado, ou até mesmo uma regra para esta ou aquela ocorrência?  Acredito que não, pois para cada situação ou fato, agir de modo racional ou emocional pode nos levar a resultados diferentes daquilo que esperamos. Em principio é necessário cuidado ao analisar o ocorrido, verificando com clareza e discernimento o contexto da situação e as possíveis consequências da decisão a ser tomada, seja por uma ou outra escolha.
Considere que, independente do modelo a ser escolhido, o resultado final tem que ir de encontro ao que se espera em termos de solução e correção do possível problema. Permitindo ainda um aprendizado aos envolvidos para que o fato não volte a se repetir, levando-se em consideração a utilização de um senso comum de justiça e compreensão.
Observe que em alguns casos, é possível perceber com clareza que a lição foi aprendida indicando que o erro não voltará a ser repetido permitindo assim, agir com mais tolerância e compreensão. Já em outras situações, em faltas mais resistentes ou até mesmo repetitivas, o resultado pode ser mais efetivo e a lição mais bem assimilada quando avaliada com rigor, pois provavelmente a tolerância e a compreensão já foram consumidas em fatos anteriores.
Logo, antes de optar por uma ou outra forma, procure examinar com clareza os fatos, as consequências e os resultados de cada atitude. Seja integro e correto nesta avaliação e considere que o resultado final deve conter sempre a melhor solução para todos os envolvidos, mesmo que para alguns seja somente uma lição aprendida, o que já é uma grande conquista.


SP 27/05/15

Augusto Amaral Dutra.
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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Escolha o dia que você quer ter.

Escolha o dia que você quer ter.
Quando você acorda pela manhã, qual o primeiro pensamento que lhe vem à mente: alegria e satisfação pelo dia que surge ou tristeza e desolamento pelas tarefas que o aguardam? Ao despertar você tem a oportunidade de fazer uma importante escolha de como será o seu dia. Se optar pela alegria, considere que estará dando um passo significativo para que isso se realize, mas se optar pelo sentimento negativo da mesma forma a escolha do resultado estará sendo feita.
Você pode até pensar que não é possível ter domínio sobre estas preferências e que tudo não passa de ilusão, mas acredite: todos nós temos capacidade e autoridade para decidir sobre nossos pensamentos. Todos, sem exceção temos autonomia e liberdade para fazer escolhas dos sentimentos que nos convém.
Quando seu dia começa com pensamentos de otimismo, você está automaticamente se municiando de recursos para as aquisições que pretende atingir, mas para isso é imprescindível ter fé e confiança em si mesmo. Entenda que para solucionar as questões que lhe incomodam só existe um caminho, o da atitude. De nada adianta tentar se esconder por traz do desânimo e das desculpas, pois os resultados esperados são implacáveis e não se deixarão render ao seu desolamento, eles apenas reagem mediante as suas ações.
Considere ainda, que pouco importa o tamanho do problema ou dificuldade que tem que enfrentar, pois cada um deles exigirá de você determinadas atitudes que somente poderão ser tomadas se tiver coragem e disposição, caso contrário, o abatimento vai assumir o comando das suas metas e esta será mais uma derrota na sua lista.
Mas você pode sim fazer diferente, basta ao acordar, escolher decisões e sentimentos assertivos sobre o que quer, pois seu pensamento inicial é determinante para o resultado do seu dia. Ao despertar e antes de levantar, faça sua reflexão, organize suas ideias, espreguice-se, busque contato com o seu Deus e mentalmente traga para você sentimentos de coragem e determinação.  Agindo assim estará potencializando os recursos que serão utilizados para atingir o que espera, ou seja: ter um dia de realizações e experiências positivas, vividas com alegria e satisfação. Reaja e seja feliz!

SP 22/05/15
Pensamento:
Não importa o tamanho da dificuldade ou o problema que tem que enfrentar, cada um deles exigirá de você atitudes que somente poderão ser tomadas se tiver coragem e disposição.
Acredite em você mesmo!

Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Faz o que eu mando. . . Ainda funciona?

Faz o que eu mando. . . Ainda funciona?
Alguns de nós fomos criados em uma época onde os pais tinham por principio educar seus filhos com atitudes bastante rígidas e inflexíveis, motivados principalmente pela cultura e educação que receberam.
Naqueles tempos a palavra ou até mesmo um gesto tinham forças e poder de autoridade. Bastava um sinal, um olhar dos pais e prontamente entendia-se o recado e ninguém se atrevia a contestar. Tentava-se, naquela época, passar uma educação, uma moral e um jeito de ser, sustentada por uma autoridade baseada exclusivamente no respeito à pessoa mais velha e por que não dizer, em alguns momentos, pelo medo.
Mas como nesta vida nada é estático e tudo está em constante transformação, às relações entre os seres humanos também se alteraram e hoje este modelo autoritário de exercer a educação não mais funciona, não tem a mesma ressonância que tinha antigamente.
Hoje nossas crianças e jovens vivem outros momentos. São mais questionadoras e pró-ativas, sabem o que querem e não aceitam argumentos que não tenham consistência e principalmente reciprocidade. Portanto, aquela velha máxima do “faz o que eu mando, mas não faz o que eu faço”, que no passado podia até funcionar, hoje não tem o mesmo apelo.
Nos dias atuais é importante dar o exemplo daquilo que se fala e ensina, é preciso praticar. Se você quer que seu filho ou outra pessoa qualquer tenha determinado tipo de comportamento ou atitude, prepare-se para primeiramente mostrar como se faz. Este modelo de ensinar é muito sutil, pois nossas crianças estão a todo instante acompanhando nossos movimentos e assimilando um jeito de ser. Nem é preciso estabelecer os momentos de educar, pois a qualquer contato ou oportunidade elas estão atentas, observando e aprendendo.
Preste atenção ao seu jeito de viver, na forma como cumprimenta as pessoas e se relaciona com elas, na sua cordialidade, no atravessar a rua utilizando-se da faixa de pedestres e também quando tem a oportunidade de devolver um troco que recebeu a maior. Cuidado com suas escolhas e hábitos, com seus vícios, álcool, fumo e gula, passando ainda pelas mais diversas compulsões, pois são grandes as possibilidades de serem aprendidas e repetidas.
São inúmeras as situações que, em principio pode parecer corriqueiro, mas são elas que contribuem para a formação da moral e caráter daqueles que estão sob nossa guarda e responsabilidade.
Portanto, seja mais cuidadoso com aquilo que pensa, fala e pratica, pois não podem destoar do seu jeito de ser e principalmente de como quer que seus filhos sejam.

SP 15/05/15


Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486
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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Mudar é preciso.

Mudar é preciso.
Você já se viu questionado pela forma como pensa sobre certos assuntos? Pela maneira como reage diante de alguns acontecimentos? E quanto aos seus modos de ser e se relacionar? Se você é daqueles que se considera resolvido para todas essas questões que o envolve comece então a pensar na possibilidade de mudar, ou melhor, na necessidade de mudar.
Observe quantas transformações já ocorreram ao longo dos tempos. A todo instante estamos sendo bombardeados por novas descobertas, seja na área da saúde, ciências, tecnologia, e até mesmo nas maneiras de ver e se relacionar com o outro. Constantemente estamos nos deparando com novas verdades, nos mostrando que muito daquilo que sempre defendemos ao longo dos tempos não é mais como antes.
Os tempos de hoje exigem de nós novas atitudes e comportamentos. Não cabe mais os pensamentos antiquados que nos engessa na maneira de ser, não dando abertura nem disposição para aceitarmos nada que seja diferente do que aprendemos. O fato é que no universo o movimento é constante e tudo está em transição, desde o mais elementar dos seres vivos até a mais bruta das matérias. Não importa a sua representatividade neste contexto, nem sua relativa utilidade, nada é estático por completo a ponto de se tornar imutável.
Preste atenção nas estruturas sociais que prevalecem nos dias atuais e veja o quanto se modificaram: A família se apresenta hoje numa concepção mais diversificada e inclusiva; as crianças parecem que já veem programadas com uma inteligência assertiva, questionadora e muitas vezes nos surpreendendo com perguntas e afirmações que nos deixa atônitos com sua sabedoria; os jovens estão mais impetuosos, sempre em busca de algo que os satisfaça de verdade e os idosos, com disposição e garra para continuarem sendo úteis, utilizando seus talentos em favor do outro e de si mesmo.
E você, como está reagindo diante destas evidencias? Comece a se questionar sobre os valores e costumes que preza e prepare-se para fazer o movimento de mudança. Ajuste-se a estes novos tempos; reorganize suas ideias, reveja comportamentos e atitudes para que sua convivência com esta modernidade esteja mais afinada com os momentos atuais.
O principal é você perceber que estes movimentos são necessários e inevitáveis. Conduzindo-nos para termos, lá adiante, uma sociedade mais justa, inclusiva e participativa, embasada no respeito e consideração pelo outro. Tenha certeza que estas transformações não são temporárias e que vieram para ficar. 
Cabe a nós não somente se adaptar, mas principalmente entender a importância destas mudanças da qual fazemos parte, nos impulsionando para uma evolução natural inerente a nossa condição humana. Um caminho sem volta para a harmonia, o entendimento e a felicidade que tanto procuramos.
SP 08/05/15
Augusto Amaral Dutra.
Psicólogo Clínico. Fone (11) 9 9933 5486
facebook : Augusto Amaral Dutra

Controle

É bom ter as rédeas da própria vida, mas é impossível controlar tudo. Aceitar isso é um sinal de maturidade – e uma ótima forma de aliviar o...